Equinócio na Ilha de Páscoa: PAZ e UNIDADE

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O GRUPO DOS 13 • Ilha de Páscoa • Equinócio MARÇO 2016

Desejo começar agradecendo a todas as pessoas que ainda com vontade de participar desta viagem, não puderam viajar conosco. Assim que começamos a divulgação, em poucas semanas o grupo já tinha fechado com 13 pessoas e realmente não poderia ter sido com outro número diferente de participantes.

Como acostumo falar com a gente, eu sou o primeiro surpreendido nestas viagens pois as informações são limitadas até que o grupo é formado e estamos todos juntos no local a ser visitado.

Neste caso, nossa aventura começou o dia 16 de março na Ilha de Páscoa, um local com um legado importante para a humanidade, tanto ancestral, por ser as Montanhas Sagradas da LeMuria, como moderna, por oferecer-nos o relato de uma sociedade que sabe viver em harmonia e em equilíbrio com a Natureza, onde não existe pobreza e a comunidade toma conta dos mais necessitados. Uma sociedade que soube aprender dos erros de um passado onde a inconsciência e as lutas de poder, esgotaram os recursos naturais da ilha, chegando a praticar o canibalismo por quase 200 anos.

Durante as diferentes meditações e cerimônias que foram feitas nos primeiros dias, o grupo foi tomando consciência de que estávamos em aquela ilha para alguma coisa mais importante que para nosso bem pessoal. As orientações e informações recebidas pelos participantes nos mostravam muita cura e transmutação planetária, como se o planeta  Terra se estivesse preparando  para ancorar os novos códigos de Luz que estariam entrando durante o equinócio.

Com a forte presença de Jesus o Cristo em cada trabalho, o grupo dos 13 fomos sintonizando e conectando  com os Elementais e os ancestros da LeMuria, com o Mestre Adama e os seres intraterrenos lemurianos, reativando o Programa Original da LeMuria na Consciência Coletiva Planetária, trabalhado com a família estelar Arcturiana e o Portal Estelar Arcturiano ancorado na Ilha, reprogramando e transformando as camadas densas do planeta com a energia de Saint Germain o dia 19 de março (dia de São José, outra encarnação do Mestre da transmutação) e recebendo em muitos dos trabalhos a confirmação de um arco-iris sustentando a nova energia de Gaia.

Sei que pode resultar fantasioso ler tudo isso, mas além da dificuldade de expresar com palavras o que pode acontecer numa viagem deste tipo, tenho que ser sincero e reconhecer que foram 5 dias bem aproveitados!

É como se Eles levassem tempo aguardando ao grupo para fazer tudo o que estava sendo feito. Nada como se disponibilizar e permitir que seja feito o que precise ser feito para o Bem Maior, para que tudo aconteça.

Quando organizei a viagem sentí a necessidade de ter um xamã ou nativo das tradições Rapa Nui com o grupo, mas as pessoas que contatei nem responderam aos e-mails e preferi entregar ao Universo… Assim pois a companhia de transportes contratada e o destino trouxe para nós um menino de 19 anos que resultou ser um guia nativo, reconheço que não era o tinha imaginado, mas ele guardava uma surpresa muito especial para todo o grupo.

Este guia chamado Hangarau Ote Ariki sentiu muita curiosidade pelo trabalho que estávamos fazendo e para surpresa do grupo, ele participou espontáneamente numa cerimônia que fizemos aos ancestros e intra-terrenos da ilha na gruta Ana O Rau Nui, onde a pessoa mais antiga e o mais novo (o guia) fizeram uma oferenda.

Reconheço que no momento pensei que ele estava participando em representação dos Rapa Nui, mas acontece que a história dele é muito especial e depois vou compartilhar com vocês.

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Gruta Ana O Rau Nui

O dia 20 de março foi um dia muito especial e agradecemos a todos os que se conectaram conosco em algum dos horários sugeridos: 10:33am, 15:13h e 22:33h (duas horas a menos na Ilha da Páscoa), pois tinhamos certeza que aconteceria alguma coisa destinada para o Planeta e quantas mais pessoas vibram em unidade, maior é a força da manifestação.

Assim pois, as 8:33 AM estávamos no Ahu Tongariki ancorando os códigos de luz no amanhecer do equinócio enquanto a energia da avó tartaruga, golfinhos e baleias junto com os ancestros da Ilha de Páscoa recalibravam e liberavam o Programa Original LeMuria, Equilíbrio, Unidade e Paz para a Consciência Coletiva Planetária.

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Ás 11:33h estávamos em Te Pito Kura, onde se encontra a pedra magnética chamada o “Umbigo do Mundo” e onde aconteceu uma recalibração energética e magnética dos Polos Planetários, reconectando Ele com os novos códigos de Luz que estavam sendo ancorados e manifestados através das grades Cristalinas e Cristica em conexão com a Grade da Consciência Coletiva.

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Te Pito Kura “O Umbigo do Mundo”

As 13:13h estávamos no Pipi Horeko Matuá em conexão com a família Arcturiana e conectados com o Portal Estelar Arcturiano, ancorado num local estratégico da ilha como podem ver no seguinte mapa.

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Pipi Horeko Matuá

Após os trabalhos do equinócio, todos os dias seguintes tivemos maravilhosos arco-iris no céu, celebrando e reconhecendo a nova frequência da Nova Terra que estava se manifestando diante de nós.

Achando que já estava quase tudo feito e com ainda 2 dias e meio disponíveis na ilha de Páscoa, continuamos nossa programação sendo surpreendidos com as sincronicidades da vida.

O dia 22 tinhamos previsto desfrutar de um merecido descanso na maravilhosa praia de Anakena, mas o destino tinha reservada uma surpresa. O nosso guia que durante toda a viagem falava que ele era o “rei da ilha” e na verdade toda a ilha conhecia ele o que é surpreendente para a curta idade do menino, me contou a sua história antes de chegar na praia.

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Praia de Anakena (Hangarau Ote Ariki em Rapa Nui)

A praia de Anakena é a praia onde de acordo com a tradição Rapa Nui desembarcou o primeiro rei Hotu Matu’a junto com a sua esposa gravida do primeiro rei Rapa Nui que nasceria naquela ilha. A lenda fala que a rainha teve o seu bebe nas águas da própria praia e quando o herdeiro nasceu, as aguas do océano se acalmaram, uma nuvem se pousou no alto de uma montanha próxima da praia e um arco-iris duplo se formou acima da nuvem.

Voltando com a história do nosso guia, acontece que ele é descendente direto da linhagem cortesana Rapa Nui por parte paterna, quando a mãe do nosso guia ficou gravida ela junto com seu pai e outros membros da família ficaram acampando durante 2 meses para ter o seu filho nas águas da mesma praia que na lenda, e de acordo com a história contada pelo nosso guia, quando ele nasceu, as águas do océano se acalmaram, uma nuvem se pousou numa montanha próxima da praia e um arco-iris duplo se formou acima da nuvem ao igual que na lenda. Desta vez os membros da comunidade Rapa Nui aguardavam na praia em completo silêncio o momento do parto para celebrar e honrar ao futuro rei da ilha. Para lembrar esse momento especial na vida de nosso guia, ele foi batizado com o nome de Hangarau Ote Ariki que é o nome da praia Anakena em Rapa Nui.

Nesse momento tudo fez mais sentido, pois entendimos por qué ele tinha participado da cerimônia com os ancestros e os seres intra-terrenos da ilha e o mais importante de tudo, estávamos ajudando a co-criar um Novo Mundo desde a ilha de Páscoa e agora era o momento de reconhecer e honrar ao futuro rei Rapa Nui, um moço alegre e inteligente que desde os 16 anos trabalha como guia turístico, conhecedor da Ilha e suas tradições, além de ser um esportista que com somente 19 anos já esteve competindo na Europa, Austrália, Brasil e vários outros locais.

Pelas sincronicidades da vida, o grupo dos 13 formado por 12 mulheres que sustentaram durante toda a viagem a energia gestadora feminina, fizemos uma cerimônia de coroação, reconhecendo a Hangarau Ote Ariki e às novas gerações que já estão habitando o Planeta, como os futuros reis desta Nova Terra. Um trabalho lindo e muito especial para todos nós.

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O grupo dos 13 com o guia e futuro rei Rapa Nui Hanga Rau Ote Ariki

Para finalizar, o último dia na Ilha de Páscoa, o dia 23 de março fomos ver o amanhecer a Ahu Vinapu, o único local da ilha onde pode ser visto a céu aberto um dos três moais femininos existentes na ilha e mais uma sincronicidade desta viagem que juro que não tinha programado! Enquanto estávamos lá fazendo nossa cerimônia de fechamento da viagem honrando ao moai feminino, o Planeta todo esta recebendo as energias do eclipse lunar penumbral que estava acontecendo naquele exato momento.

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Eclipse Lunar

Nesse moai feminino que antigamente tinha duas cabeças (dualidade) foram ancoradas as energias da Lua e do Sol em perfeito alinhamento e equilíbrio. Foi um trabalho lindo onde sentimos que o Programa Dualidade estava sendo sustituido pela Unidade em todas às Grades do Planeta.

Reconheço que foi um dos momentos mais mágicos que tive nesta viagem ao sentirme UM junto com o grupo e o Planeta, sentindo-me a Terra mesma completamente ancorada e alinhada com o Sol e a Lua. Sentindo uma Unidade expansiva que tudo preenche.

Agradeço a todos os que aceitaram este chamado, tanto aos 12 membros que viajaram comigo, como a tod@s os que estavam presente energéticamente. Sei que todos somos UM e o que uns poucos fazem podem mudar o Todo. Convido a todos a seguir fazendo a sua parte, do jeito que cada um de nós saiba ou sinta que pode fazer. Confianza, Entrega e muita PAZ para todos.

Esta viagem foi uma viagem de PAZ, com humildes mensageiros da PAZ, irradiando PAZ para todo o Planeta, pois a PAZ une e na Unidade TODOS nos sentimos PLENOS. Independiente das raças, credos, cores, castas, ideologias… todos queremos o mesmo: VIVER EM PAZ.

Que a PAZ esteja sempre em VOCÊ pois assim estará também EM TODOS NÓS.

Gratidão infinita.

Conrado López

P.S. Compartilho com vocês o video de uma música que começou a soar no meu celular após finalizar a cerimônia de coroação das novas gerações com nosso rei guia. Essa música junta em poucas palavras a energia e a mensagem desta viagem.

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O Portal 11:11 um Alinhamento Planetário

Reconheço que a modo de brincadeira extrafísica até o último momento, desconheço com precisão a finalidade das viagens que fui orientado a fazer durante o ano 2015.

Somente recebo orientação dos locais a ser visitados e das datas oportunas. Com esses ingredientes, os participantes começam a se inscrever formando o grupo específico para essa “missão” pre-estabelecida.

Assim pois, o dia 30 de outubro o grupo formado por nove membros, começamos uma viagem muito especial pelo Egito, visitando templos e locais de poder, recebendo ativações e experimentando momentos mágicos que nos conectaram com as energías e a sabedoria ancestral da terra abençoada pelo rio Nilo.

Com nossa chegada ao Cairo tudo ficou mais obvio, enquanto assistiamos o show de luzes nas pirâmides de Gizé, os membros da Grande Loja Branca, a Fraternidade Essenia e os guardiões de Gizé nos davam as boas vindas, todos vestidos de branco formando uma meia lua ao redor da Esfinge e com as pirâmides iluminadas de fundo, lembrando-nos das antigas iniciações que eram feitas em aquele local deste tempos ancestrais.

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Labirinto de Hawara Nov 2015

No dia seguinte, durante a visita ao Labiritinto de Hawara -local onde as fraternidades de mistérios descendentes do conhecimento de Akhenaton eram guardiões do conhecimento e dos tesouros de antigas civilizações- cada um dos membros recebeu presentes para a sua jornada pessoal e como grupo se nos permitiu adentrar-nos na sala “Circulo de Ouro”. De forma instantánea a sala começou a girar, irradiando luz e ativando a estrutura piramidal destribuida pelo Egito. Além disso recebemos diretamente da “Fonte” uma cúpula piramidal dourada, que foi disolvida e integrada em cada um dos membros do grupo, para posteriormente ser instalada no topo da pirâmide de Queops o dia 11 de novembro. Essa cúpula carrega a frequência da Verdade, Harmonía e Compaixão, além do equilíbrio do Sagrado Feminino e Masculino.

É importante dizer que a explanada de Gizé pode ser entendida como a ferramenta utilizada por consciências mais desenvolvidas para a sustentação de nosso universo dimensional e a experimentação do programa “Dualidade” no Planeta Terra.

Através do alinhamento pre-determinado das pirâmides principais com Orion, conhecida popularmente como as três Marias -Mintaka com Miquerinos, Al Nilam com Quekren e Al Nikat com Queops-. A explanada de Gizé irradia a partir do local estratégico que ocupa, a codificação frequêncial para toda a estrutura piramidal planetária, mantendo assim a vibração estabelecida.

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Com o passo dos dias e de acordo com as orientações recebidas, fomos entendendo a importancia da nossa viagem, onde cada um de nós estava cumprindo o compromisso voluntário que em algum momento de nossa eterna jornada fizemos para o Bem Maior.

 

Finalmente chegou o dia esperado para a instalação da cúpula piramidal.

Aproximadamente às 9:33h entramos na explanada de Gizé e sem perder tempo levei ao grupo numa sala que se encontra embaixo terra e perto da pirâmide de Queops. Acostumo levar os grupo a esse local para fazer um equilibrado energético com cada um dos participantes, utilizando uma porta falsa da forma que se fazia em outros tempos, mas desta vez, através da porta falsa, além do equilibrado energético aconteceu alguma coisa mais, cada um dos membros do grupo foi recalibrado com o CONSELHO DOS NOVE e cada um recebeu uma frequência /capacidade / ferramenta que sería depositada posteriormente no sarcófago da Gran Pirâmide.

 

Nesse momento compreendi integramente o trabalho que seria feito nesse dia.

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Câmara de Cura e O Livro da Vida egipcio

Após ser sintonizados com os Conselho dos Nove e com o Livro da Vida de cada membro, nos dirigimos ao interior da Pirâmide de Miquerinos para fazer nossa primeira ativação às 11:11 horário do Cairo.

No interior da pirâmide, no local onde antiguamente se encontrava o sarcófago sagrado, o grupo dos 9 começamos a ativação das pirâmides de Gizé acompanhados por um numeroso grupo de moças muçulmanas que ficaram em total silenço enquanto assistiam a cerimônia. O Sagrado Feminino se estava manifestando para nós e reconhecendo o trabalho que estava começando!

Passados uns minutos, as moças foram convidadas a sair pelo segurança que tomava conta de que estivessemos sozinhos no interior da pirâmide, e com a saída delas os outros seguranças da entrada da pirâmide ficaram sabendo o que estavamos fazendo, traindo confussão para nossa tarefa. Mas antes de abandonar a pirâmide sentimos como a cúpula piramidal que tinhamos recebido em Hawara, tinha se projetado através do grupo dos 9 até o topo da pirâmide onde nos encontravamos e fixando-se lá, se projetou para o topo da pirâmide de Quefrem e finalmente ao topo da pirâmide de Queops, fixando as três cúpulas douradas e alinhando as estruturas piramidais do Egito com as pirâmides repartidas por todo o planeta Terra.

Quando saimos da pirâmide de Miquerinos, nos desplazamos para um pátio que está no lateral desta pirâmide e que é um local bem antigo, onde se encontram muros e pedras trabalhadas com caracteristicas similares às encontradas em Perú, Ilha de Páscoa e Grecia por exemplo. As sincronicidades do destino nos levo para terminar a primeira ativação do dia no pátio onde um grupo formado por mais de 900 pessoas de todo o mundo tinham aberto o primeiro portal o dia 11 de novembro de 1992.

 

Após terminar nossa ativação e saindo satisfeitos com o trabalho realizado, toda a cidade do Cairo começou a chamar a oração… milhiares de mesquitas cantando que “Allah (O Criador de Tudo o que É) é grande e único”. Resulta dificil explicar com palavras o sentimento desse momento, mas posso dizer que foi sentida uma vibração de “Mudança, Alegria e Amor” percorrendo todo o planeta.

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Ativação 11:11 na Pirâmide de Miquerinos

Com a primeira fasse finalizada e com sucesso, nosso guia nos orientou para ficar um tempo fazendo de simples turistas, uma ótima idéia para integrar o acontecido, mas também para sair do controle da polícia local que já sabiam para que estavamos lá e isso além de estar proibído é um motivo justo para pedir muito dinheiro aos turistas…

 

A segunda parte da ativação aconteceu na Camara do Rei no interior da pirâmide de Queops às 13:11h (11:11h horário de Greenwech).

E aí estavamos nós, junto com uns poucos turistas que “casualmente estavam visitando a pirâmide. Ficamos aguardando na câmara do rei até que foram às 13:10 e nesse momento formamos um círculo encontrando nossas mãos ao redor do sarcófago iniciático e simplesmente começamos a receber e ancorar o portal 11:11 que se abriu acima das pirâmides. Um poderoso fluxo energético começou a preencher o sarcófago e os membros ai presentes. Entoando cantos e mantas sagrados cada um dos membros foram entrando e deitando no sarcófago iniciático, para receber o que estavamos prontos para receber mas também para depositar e ativar as “energias” que o Conselho dos Nove tinha depositado em cada um de nós.

 

Foi uma cerimónia mágica, emocionante e indescriptivel. Somente posso dizer que eu Conrado, fui o último membro do grupo que entrou no sarcófago e que somente quando saí do sarcófago pude perceber que tinhamos um público de visitantes que foram chegando durante a hora que estivemos “trabalhando” e eles ficaram em completo silencio respeitando o trabalho que lá aconteceu.

Três dias mais tarde, o grupo já tinha regressado para suas respectivas casas e eu voltei nas pirâmides, desta vez sozinho, com tempo para caminhar e ser levado a locais mágicos que desconhecia.

Quando estava preste a abandonar a explanada de Gizé com o coração satisfeito por novamente estar neste local tan especial, olhei para a magestuosa panorámica que este lugar oferece aos visitantes com a Esfinge, o Templo de Quefrem e no horizonte as pirâmides, mas desta vez elas estavam sendo acompanhadas por um maravilhoso e gigante portal arco-íris ao redor do sol.

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Portal 11:11 Egito 2015

 

Reconheço que me sentí apresenteado pelo serviço incondicional que o grupo dos 9 tinhamos realizado para o bem maior e veio a mensagem de que esse Portal estava ancorado e ficaria aberto por um tempo para ajudar a Gaia a transmutar e elevar a frequência do Planeta.

 

O Portal continuou acompanhando minha viagem até Hurgada no Mar Morto e até Belo Horizonte, onde foi feita uma conexão Pirâmides /Egito/Hemisfêrio Norte/Sagrado Masculino/ Força da Vontade Divina com a Cidade de Luz Planetária Arcturiana de Belo Horizonte / Brasil / Hemisfêrio Sul / Sagrado Feminino /Amor Incondicional.

 

Gratidão a todos os que se conectaram conosco durante o dia 11:11;

Gratidão a cada um dos membros do grupo dos 9, por aceitar viajar a Egito e fazer possível esta mágica aventura;

Gratidão ao Conselho dos Nove pela confiança depositada;

Gratidão aos Guardiões, Mestres e Deuses que nos acompanham sempre;

Gratidão ao Egito, que sempre nos surprende e nos supera com novas aventuras;

Gratidão ao Ahmed, o guia terrestre que faz possível o imposível;

Gratidão a todos e a tudo;

Eu sou Grato.

Eu Sou.

 

Conrado López

Reconectando o Coração de Gaia

Oferenda Pachamama

É maravilhoso sentir a perfeição da vida em seu estado natural e compreender quão simples tudo se torna quando nos entregamos e aceitamos que o importante é sempre o coletivo e o Bem Maior.

Acabo de voltar de uma viagem mágica pelo Peru e sinto que essa aventura precisa ser compartilhada.

Minha conexão com o país e com Gaia ficou bem forte quando em novembro de 2012, o dia 1º, recebi da Mãe Terra uma pedra muito especial no santuario de Machu Picchu.

Pedra Machu Picchu Conrado Lopez

Você pode ler mais sobre como encontrei a pedra fazendo click na foto de embaixo ou no link: https://projetoadamkadmon.wordpress.com/2013/11/02/1258/

Pedra Machu Picchu Conrado López

Dois anos mais tarde, o dia 1 de novembro de 2014 e seguindo o chamado de “voltar para casa” me encontrava no Vale Sagrado do Peru, realizando uma cerimônia de San Pedro. Foi ali que conheci Juan Carlos, um xamã da nação shipibo, original da selva amazônica e responsável de preservar as tradições dos seus ancestrais.

Após o encontro com Juan Carlos e as orientações dos guardiões de Machu Picchu, decidi organizar uma viagem ao local com uma proposta interessante: “Reconectando o Coração de Gaia”.

Reconheço que parecia muita pretensão para um simples mortal como eu formar um grupo de 21 pessoas com a finalidade de reconectar o Coração de um ser tão grande como Gaia. Mas essas foram as orientações e eu simplesmente aceitei sem saber o que seria feito naquela aventura.

Passaram-se os meses e durante a organização da viagem chegamos a ter até 27 inscritos, mas somente 2 dias antes da partida tivemos o número exato de participantes. Como não podia deixar de ser, o nosso grupo estava formando de 21 pessoas.

Embarcamos em 12 de setembro de 2015 e, no dia 13, já estávamos no Vale Sagrado aproveitando o portal energético que estava se abrindo diante de nós com o eclipse solar. Sua energia nos guiaria durante nossa jornada por terras Inkas, trazendo-nos de volta às nossas respectivas casas para desfrutar com nossas famílias do fechamento do portal durante o eclipse de lua, no dia 27 de setembro.

No decorrer da viagem o grupo foi sintonizado-se com os Elementos e as diferentes energias dos Três Mundos da cosmovisão andina, recebendo curas e conexões multidimensionais. Isso aconteceu tanto individualmente como em grupo e até mesmo no nível planetário, já que em muitos dos trabalhos foi mostrado aos participantes do grupo, como as Hierarquias de Luz utilizavam a energia ancorada pelo grupo para encaminhar seres desencarnados e liberar as energias densas do corpo emocional de Gaia.

Depois de 10 dias de mágicos e intensos trabalhos, já estávamos prontos para realizar uma cerimônia muito especial no santuário de Machu Picchu durante o equinócio do dia 23.

Confesso que não sabia o que seria feito nesta cerimônia. A única informação que estava confirmada pelos guardiões da viagem era que precisava-mos estar em Machu Picchu os membros do grupo, o xamã Juan Carlos, eu e a pedra recebida. Somente o dia 22 obtive as orientações exatas do que deveria ser feito e o autêntico motivo da viagem.

A expansão de consciência que experimente através da Mãe Ayahuasca me ajudou, na noite do dia 22, a compreender uma das missões e compromissos que tinha firmado com Gaia quando recebi a pedra de Machu Picchu.

Por pouco menos de três anos fui o portador de uma pedra sagrada, facilitando que diferentes códigos de luz fossem ancorados e espalhados pelos cinco continentes, enquanto entrava em contato com os locais sagrados e as culturas ancestrais em mais de 20 países.

Me chocava o fato de que, apesar da carga emocional que o povo peruano vivia em relação aos espanhóis, tivesse sido um espanhol o escolhido por Gaia para cumprir essa missão. Mas depois compreendi que não poderia ter sido de outro jeito.

Durante a expansão de consciência me foi mostrada a importância de ter conectado aquela pedra com a memória e sabedoria ancestral dos cinco continentes bem como a relevância de devolver aos povos indígenas a dignidade roubada pelo “homem civilizado” de outros tempos.

Foi assim que, em 23 de setembro, após superar várias dificuldades que pretendiam atrapalhar a cerimônia, conseguimos encontrar o local exato e -amparados pelos ancestrais e Apus de Machu Picchu e pelas presenças da Mestra Ascensionada Rowena e Maria Madalena, enchendo de amor incondicional a cerimônia- aconteceu um ato de humildade e reconciliação.

A pedra encontrada em Machu Picchu por um espanhol o dia 1 de novembro de 2012 foi entregue para o representante dos ancestrais daquela terra através do xamã Juan Carlos. Ele foi o escolhido pelos avós inkas que me fizeram entender isso quando nos aproximaram no dia 1 de novembro de 2014, exatamente dois anos após ter recebido a pedra. As sincronicidades falam tudo!

Entrega Pedra de Machu Picchu - Conrado López - Juan Carlos

Sinto com todo meu coração que através deste simple ato de humildade e humanidade, foram plantadas as sementes que se nutrirão com as energias do equinócio e os eclipses de setembro, facilitando o cumplimento de nossa missão, pois pelo perdão e a reconciliação podemos conseguir a perfeita reconexão com o Coração, e isso também inclui Gaia. Não foi a toa que a cerimônia aconteceu em Machu Picchu, um dos locais sagrados do Planeta onde o ser humano pode sentir e experimentar a energia amorosa do Coração de Gaia.

Tenho que reconhecer que pessoalmente, esta experiência foi um grande aprendizado. Pelos anos em que esteve comigo, a pedra significava muito para mim: era meu talismã, a confirmação de que estava conectado com Gaia e com o Criador. Tinha mais valor do que qualquer bem material e, de repente me falam que preciso entregá-la para outra pessoa.Você já pensou o que isso significa?

É interessante observar o apego pois isso nos ajuda a ver que tipo de pensamentos e atitudes chegam a condicionar nossos atos. Passei o dia anterior ao equinócio especulando sobre qual seria a minha escolha e quase sempre terminava escolhendo a melhor opção, que ajuda ao Bem Maior do coletivo.

De nada adianta eu ser bem sucedido, ter conforto e felicidade enquanto a Terra está em desequilíbrio e carente. Todos nós, seres humanos, mais cedo ou mais tarde deixaremos o planeta e a única coisa que realmente importa é o bem do próprio Planeta e da humanidade que nela habita. Por isso foi simples entender que precisava me desprender de um dos bens mais preciosos e entregá-lo a outro ser humano para que esse ato simples e sagrado fizesse a grande diferença para todos.

O Planeta está mudando e todos nós estamos intervindo nessas mudanças. Cada atitude, pensamento e/ou palavra faz uma grande diferença, você sabe disso!

Na cerimônia de Machu Picchu durante o equinócio de setembro, o grupo sentiu como às mágoas e feridas dentre conquistadores e indígenas foram transmutadas e substituídas por entendimento, aceitação, perdão e muito amor. Liberando as memórias das terras do Peru e possivelmente nos cinco continentes.

Seguindo com as sincronicidades da vida e do universo, eu tinha programado uma viagem a Israel com a família Kryon e o dia 27 de setembro saí de São Paulo rumo a Tel Aviv. O avião fez escala e pousou no aeroporto de Madri no mesmo instante em que o eclipse total de lua estava acontecendo no céu do território espanhol. Mais uma confirmação que o trabalho de limpeza de memórias, perdão e reconciliação começado em Peru foi integrado e finalizado na Espanha com o fechamento do ciclo energético dos dois eclipses.

Aeroporto Madrid Eclipse Lua

Acabo de chegar a Jerusalem e reconheço que me sinto como um menino, preenchido com a energia da Mãe Divina e confiante de um reencontro profundo com o Pai.

Gratidão a Gaia e ao Criador por ter me escolhido para essa missão.

Gratidão a Gaia por sentir-me amparado e acolhido pela sua presença a cada momento.

Gratidão a Juan Carlos por mostrar-me a humildade e simplicidade da alma indígena encarnada num corpo humano conectado e enraizado na Terra.

Gratidão ao grupo que aceitou o convite e fez possível essa reconciliação com o Perdão e o Amor Incondicional.

Gratidão a mim mesmo, por me surpreender a cada dia com a nobreza da minha Alma.

Gratidão a Wirachoca, por guiar nossos passos e reconhecer o Inka que cada um de nós é.

Gratidão pelas novas missões que estão chegando…

Com total humildade, sinceridade e honra eu me abro e entrego ao Plano Divino e aceito tudo o que seja sempre para o Bem Maior.

Conrado López