São reais as limitações físicas?

Os monges de Shaolin baseiam seus treinamentos num grande poder de concentração mental que treinam através da meditação.

Seu objetivo final é alcançar o nirvana (iluminação) para libertar-se dos desejos mundanos.

Seus talentos chegam a tal extremo que realizam tours por todo o mundo para demonstrar o que podem fazer com seus corpos. Aqui você tem algumas fotos que fazem parte de seus treinamentos exigentes:

1) os monges de Shaolin são treinados em artes marciais de Shaolin kung fu.

monje shaolin

(2) o treinamento é rigoroso e igualmente  difícil tanto para a mente como para o corpo.

shaolin entrenando

(3) os monges praticam técnicas focados em equilíbrio, força, resistência e defesa pessoal.

entrenamento shaolin

(4) uma vez que eles começam a dominar essas habilidades, os limites de seus corpos tornam-se quase inexistente.

monges shaolin

(5) podem suportar quantidades incríveis de dor sem nem piscar os olhos.

monges entrenando

(6) o que podem fazer seus corpos é algo simbólico que reflecte o equilíbrio interior que conseguem através de sua formação.

muro

(7) acreditam que as limitações, como os  desejos, crescem dentro da mente.

demostração de força

(8) uma exibição de controle mental e físico.

demostração shaolin

(9) De cabeça para baixo com todo o peso sobre seus dedos indicador.

Shaolin

Fotos em branco e preto por: Tomasz Gudzowaty

Fonte: http://quintaflotaestelar.wordpress.com/2014/03/03/estas-fotos-de-monjes-shaolin-desafian-lo-que-sabemos-acerca-de-las-limitaciones-del-cuerpo/

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Deepak Chopra: O Potencial do Ser Humano

Nós somos as únicas criaturas do planeta que podem modificar a própria biologia através dos pensamentos, sentimentos e intenções. As nossas células estão constantemente espionando os nossos pensamentos e sendo modificadas por eles. Quando nos apaixonamos, pensamentos positivos percorrem o nosso corpo e fortalecem nosso sistema imunológico. Por outro lado, pensamentos sombrios e sentimentos depressivos podem nos deixar vulneráveis a doenças.

Ao longo das últimas três décadas, centenas de estudos mostraram que nada possui mais poder no corpo que as crenças da mente. Esta é a visão do mundo quântico, que nos ensina que todos somos parte de um campo infinito de inteligência – a fonte dos nossos pensamentos, mente, corpo e tudo o mais no universo. Este paradigma, que tem conquistado aceitação crescente no mundo da medicina Ocidental moderna, se baseia nas dez concepções seguintes:

1- O mundo físico, incluindo o nosso corpo, é um reflexo das nossas percepções, pensamentos e sentimentos. Não há nenhuma realidade objetiva “lá fora” que é independente do observador. Ao contrário, nós criamos nossos corpos conforme criamos nossa experiência do mundo.

2- Apesar do corpo físico parecer matéria sólida, na verdade ele é composto de energia e informação. Os físicos quânticos nos dizem que todo átomo é 99.9999 por cento espaço vazio, e as partículas subatômicas se movendo à velocidade da luz neste espaço são pacotes de energia vibrante. Essas vibrações não são aleatórias ou caóticas, elas transportam informações ao longo de padrões específicos.

3- A mente e o corpo são inseparáveis. Existe somente uma única inteligência criativa que expressa a si própria como nossos pensamentos – assim como às moléculas das nossas células, tecidos e órgãos.

4- A nossa consciência cria a bioquímica do nosso corpo. As nossas crenças, pensamentos e emoções direcionam as reações químicas que ocorrem em cada célula do corpo.

5- Percepção é um fenômeno aprendido. A maneira como experimentamos o mundo e o nosso corpo é um comportamento aprendido. Mudando as nossas percepções, nós podemos mudar a experiência do nosso corpo e mundo.

6- A todo momento, impulsos de inteligência estão criando nosso corpo. Modificando os padrões desses impulsos, nós podemos nos modificar.

7- Apesar que, para a nossa mente-ego, nós parecemos separados e independentes, nós todos somos parte de uma inteligência universal que governa o cosmos.

8- O tempo não é absoluto. O que chamamos de tempo linear é simplesmente um reflexo de como percebemos as mudanças. Na verdade, o tempo é eterno e imutável. Se começarmos a perceber a imutabilidade, o tempo como conhecemos deixará de existir e iremos experiênciar a imortalidade.

9- A nossa natureza essência é puro Ser. Embora estejamos acostumados a nos ver como personalidade, ego e corpo, o nosso verdadeiro Self (“si-mesmo”) é eterno e ilimitado.

10- Já que nossa essência é imortal e imutável, nós não precisamos ser vítimas do envelhecimento, doença e morte. Isso é causado pelas lacunas em nosso auto-conhecimento e pela ilusão antiga de que nossos corpos são materiais. Como a Ayurveda ensina, qualquer desordem poder ser prevenida se mantermos o equilíbrio em nosso corpo, mente e espírito.

Estas podem parecer grandes concepções, mas elas estão fundamentadas nas descobertas da moderna física quântica. Eu quer encorajá-lo (a) a ver que você é muito mais do que seu limitado corpo, mente e personalidade. Em um nível mais profundo, o seu corpo é eterno e a sua mente é atemporal. Uma vez que você se identifique com esta realidade, você tem liberdade ilimitada para criar uma melhor saúde, alegria e qualquer outra coisa que você deseje em seu mundo.

Deepak Chopra

Deeksha e ciência: A iluminação através do corpo

O estado de iluminação é associado a mudanças na função cerebral em muitas tradições espirituais. Sri Bhagavan, o fundador da Fundação Era Dourada (Golden Age Foundation), expandiu este conhecimento tradicional sobre o papel do cérebro na transformação espiritual. A Deeksha ou a transmissão de energia, que está no coração de seus ensinamentos, é desenvolvida para trazer uma mudança permanente no estado real dos padrões neurobiológicos. Suas declarações sobre as mudanças induzidas no cérebro pela Deeksha, podem ser confirmadas pelos achados mais avançados na Física e na Neurociência.

A seguir, quero apresentar uma comparação entre algumas das declarações de Sri Bhagavan e meus próprios achados em estudos do cérebro através de meios da Física e da Neurofisiologia:

1. Sri Bhagavan descreve a desconexão de atividade nos lobos parietais como um evento essencial no processo de iluminação. Os lobos parietais abrigam o que alguns neurocientistas chamam de área de associação de orientação ou OAA (em inglês). A função do OAA é dar-nos orientação espacial. Você pode achar um dom amarrar os sapatos, passar por uma porta, mais isto só é possível a atividade neurológica na parte posterior dos lobos parietais. Danos cerebrais a esta área, faz com que a tarefa mais simples como pegar um copo d’agua, impossível -pois o cérebro danificado não percebe o espaço físico entre as mãos e o copo. A nível físico, a habilidade de perceber limites é essencial para nossa habilidade de realizar nossas tarefas. Entretanto, no cérebro humano, o OAA é cronicamente superativo. Isto estimula a conexão amígdala-hipocampo, o par de centralizadores cerebrais que são feitos para nos dar senso de significado e de percepção e de registrá-los como importantes. Se o OAA, que é projetado para criar a percepção de distinção é usado num nível esperado, é superutilizado, a conexão amígdala-hipocampo não terá outra escolha a não ser interpretar esta hiperatividade como assumir a separação da realidade no nível físico, como no caso mãos e copo d’água. A conclusão é que somos fundamental e existencialmente separados de tudo. O senso do “eu”, que o cérebro cria constantemente em reação à percepção do que é percebido como “outro” (a premissa básica da relação-objeto na psicologia departamental) é então dotado do senso de percepção do “eu” e qualquer outra coisa. A neurciência tem mostrado que em orações feitas em meditação profunda, o OAA, no lobo parietal é temporariamente bloqueado de “inputs” neurológicos. Isto pode resultar num estado temporário de consciência vastamente expandida, já que o senso de separação do “eu” não consegue encontrar os limites para sua expansão. Porém, esta experiência temporária depende de funções alteradas do cérebro, tais como a supressão neurológica do “input” do OAA, que seria impossível deixar de lado a consciência da unidade. Os ecos desta declaração de Sri Bhagavan, diz que a iluminação para ser atingida, não deve ser feita através de esforço do “eu”. As Deekshas, parecem induzir a um processo de transformação no lobo parietal, que permanentemente mudam sua função de um nível natural onde os limites naturais podem ser percebidos porém as atividades não naturais cessam. O sistema amígdala-hipocampo não teriam então razões para criar ou estimular o senso de existencialidade separado do “eu”.

2. Sri Bhagavan diz que a ativação do lobo frontal como uma necessidade neurológica é envolvida numa Realização em Deus. A experiência da iluminação, de não-separação, não necessariamente coincide com a experiência de ter-se a presença de Deus. Nos ensinamentos de Sri Bhagavan, mais do que a desativação da superatividade dos lobos parietais, é necessária para mover do estado de iluminação para o estado de Realização com Deus. Ele fala da ativação dos lobos frontais como uma necessidade de mudança neurológica para que Deus esteja vivo na consciência de uma pessoa. Os lobos frontais são associados à vontade do indivíduo. Muitas tradições místicas falam da fusão da vontade do indivíduo com a vontade de Deus e ambas se tornando o caminho para o resultado da Realização em Deus. Isto entretanto não ocorre se os lobos frontais estão subativos. É uma lei universal que tudo que está incompleto na natureza busca sua própria complementação. Nos meus próprios achados em neurofisiologia mostram que os lobos frontais de quase todas as pessoas estão subativos. isto significa que eles simplesmente não tem neurotransmissores nem energia elétrica suficientes para funcionarem perto do ótimo. Num nível subjetivo de experiência, isto é igual a uma enfraquecida força de vontade e tédio, e o tédio é possível com lobos frontais subativados. A dopamina, é o transmissor essencial para atividade dos lobos frontais, e é necessária para o sentimento de encantamento com a vida e felicidade, muitas vezes descrita para a mística união com Deus. Falta de dopamina irá aumentar a necessidade de urgência da pessoa em manter sua força de vontade e não se fundir com uma realidade maior, já que há o sentimento de que algo está incompleto a nível individual. Seria como deixar uma pessoa morrer, se esta pessoa já sente que está completa é muito mais fácil deixá-la morrer, porém, se esta pessoa sente que ainda falta algo para se atingido, irá lutar muito mais pela vida. Se a Deeksha tem efeito na ativação do lobo frontal, isto poderia dar complementação à vontade do indivíduo, florescendo em todo o seu potencial. No florescer da vontade do indivíduo, isto naturalmente se fundiria com a grande Realização em Deus. A partir desta grande perspectiva, o “grande ego” é realmente nada mais que a compensação de um ego fraco que busca sua complementação. Porém, sem a total ativação dos lobos frontais e a saturação por dopamina, o ego nunca encontrará sua própria complementação e subseqüentemente se fundirá em Deus. Julgar um grande ego e como ele conserta a baixa autoestima e consciência de um indivíduo, como é esperado em ensinamentos espirituais, é praticamente sem proveito, pois uma autoestima baixa tem uma necessidade urgente de fixar-se no indivíduo, sem importância de qual é o nível de consciência. A solução poder vir e houver mudança no estado psicológico real, para liberar a vontade do indivíduo do seu esforço contra entregar-se a uma realidade maior.

3. Sri Bhagavan diz que a iluminação deva ser dada, como um presente da Graça. Nos últimos 15 anos, o Dr. Hartmut Muller, da Alemanha, desenvolveu um novo paradigma da física denominado Dimensionamento Global (Global Scaling). Esta emocionante expansão da física quântica vai além da dúvida de que a consciência é a mais fundamental substância do Universo e contem o próprio projeto do Universo, seguindo uma fórmula matemática, incluindo a distância entre os planetas, estrelas e toda a galáxia em si, a distância entre elétrons e núcleo em cada átomo, o pH ótimo para a sangue humano, enfim tudo no Universo material segue a mesma estrutura matemática. O projeto original é tal que tudo opera no menor nível de estresse e no máximo nível de eficiência o tempo todo. Um átomo está o tempo todo em consonância com a fonte de inteligência através do campo sintrópico. Estes campos sintrópicos permitem ao átomo sempre saber como funcionar com o mínimo de estresse e a eficiência máxima. Os seres humanos parecem ser a única manifestação da criação que parecem tem perdido algum grau da sua harmonia com os campos de sintropia da vida e sua unidade. Uma vez que esta perda produziu algumas mudanças nos cérebros de indivíduos, re-harmonizar-se com os campos de sintropia da unidade é extremamente difícil, pois nós não sabemos o quão grande estes campos são. Criamos então todo tipo de mitologias, religiões e teorias científicas sobre a vida e tentar preencher as lacunas. Uma pessoa com OAA superativo no lobo parietal e subativo no lobo frontal irá buscar iluminação a partir da experiência da separação. Todo esforço espiritual e busca para resolução de problemas, ocorre como uma reação à perda de sintonia com os campos sintrópicos da unidade. Se nossas buscas são baseadas em problemas, é improvável que estas terão solução. Se a sintonia e harmonia com os campos sintrópicos forem então buscadas, é então fato que é possível que haja a iluminação para todos. O projeto original para o cérebro humano é perceber a Unidade como realidade intrínseca da vida. Este projeto original é latente, mas precisa de um cérebro que esteja funcionando naturalmente, ancorado na consciência humana. Se a Deeksha harmoniza o cérebro com os campos sintrópicos do funcionamento ótimo, a consciência do indivíduo irá unir-se sem fronteiras visíveis com a Unidade.

4. Sri Bhagavan diz que a iluminação é um fenômeno biológico e genético. A espiritualidade tradicional geralmente designa um status muito baixa à importância do corpo. Este é geralmente visto como apenas um recipiente para a consciência -como uma camisa que a alma esteja usando. A física moderna mostra que a visão de Sri Bhagavan esta muito mais alinhada com o que conhecemos como a natureza da matéria, como um alinha distinta entre a matéria, energia e espírito. Baseado no modelo de vórtex brilhante do átomo, formulado por Lord Kelvin em 1867, podemos ver que cada átomo é do tamanho de todo o Universo e a os objetivos, como os percebemos, são a parte mais densas destes átomos. A matéria flutua bilhões de vezes por segundo entre ser matéria e ser energia. A partir desta perspectiva, faz sentido assumir que a transformação espiritual deva ser ancorada no nível físico. Quando este atinge o nível mais denso, todos os outros níveis se apresentam, já que a matéria não possui lacunas, a este nível e em altas dimensões da Criação. Por outro lado, a matéria apresenta-se tão densa que também inclui outros níveis de energia. Assim quando a matéria está em iluminação, todo o mais está incluido. A nível genético é interessante notar que o DNA humano possui 173 cm de comprimento. Somente 3cm possuem informação genética ativa. A bioquímica moderna tem uma visão complexa nesta perda da natureza e batiza as formas inativas do DNA de introns, ou “material sem uso”. Esta é uma suposição muito questionável, já que a natureza não produziria “material sem uso”. Os introns, na minha opinião (de novo, eu me desvio da ciência oficial aqui) iguala-se ao potencial latente da energia espiritual humana. É minha alegação que a Deeksha flui da parte inerte do DNA com os Fótons, ativando-os. Os Fótons são a ponte que a natureza criou entre a energia sutil e a matéria. A Fotorescência é o processo pelo qual a esta informação sutil é distribuída pelo DNA para as células. Os 3 cm de DNA ativo carregam a informação necessária para mera sobrevivência mas o restante da molécula do DNA se torna ativa (capaz de fotorescência), assim podemos ir muito além de meros sobreviventes para sermos Despertos, com todo o nosso potencial.

5. Sri Bhagavan diz que o Consciente Coletivo ou Consciente Ancestral determina nosso estado mental individual. Em 1950, Dr Hans Selye, um endocrinologista da Universidade de Montreal, mostrou que o cérebro de toda pessoa normal está num estado crônico de estresse de sobrevivência, como se estivesse numa situação de ameaça constante. Esta resposta ou estresse é algo que nos adaptamos tão profundamente que não conseguimos perceber como estresse. Entretanto, neste estado de estresse, somos levados a ser altamente condicionados pelo nosso ambiente e a consciência coletiva. Pesquisas sobre o cérebro mostram que a resposta a padrões de estresse causam uma dominância de ondas de alta frequência do tipo beta dentro do cérebro. estando em beta, o cérebro é capaz de repostas a níveis primitivos, que recebemos do consciente coletivo humano e uma mudança genuína é quase impossível. Beta também é o estado onde a habilidade de recuperação e cura do corpo está em seu mínimo. A prática espiritual pode, a um certo grau, relaxar o estresse e permitir que ondas menos aceleradas como alfa, tetra e delta apareçam. Porém, pesquisas mostram que a somente a prática espiritual está longe de ser efetiva se não houver sincronia com campos sintrópicos da vida e da Unidade. Na Tracker School, Tom Brown Jr, um especialista em habilidades selvagens e neurocientista, examina os efeitos de passar o tempo na vida selvagem. Seus achados foram muito reveladores: se um noviço religioso, demora quase um ano de prática de meditação dedicada para estar no estado alfa, alguém que nunca meditou na sua vida, se for exposto a vida selvagem pode entrar em estado alfa após exposição a esta vida selvagem por 48 horas. Sendo a natureza sincronizada com campos sintrópicos, ela irá envolver o cérebro humano no seu campo sintrópico muito mais rápido que um cérebro humano que busca esta sincronia por seu próprio esforço. É minha alegação que na prática individual muito da energia que buscamos provêm do Consciente Ancestral. Isto parece ser o mais próximo da validação científica da necessidade da Graça, por si só.

Muitos Cientista e líderes espirituais tem tentado fazer um casamento entre ciência e espiritualidade. Depois que a ciência moderna foi fundada no século 17, como uma reação a séculos de uma fé cega, por pelo menos 200 anos os cientistas tentaram confirmar o mundo objetista-mecânico de Descartes e Newton. A pesquisa finalmente fundiu-se nos ensaios sobre o quantum no começo do século 20. as quais mostraram o quê os místicos descreveram como realidade por milênios. O que ficou faltando até então foi um sistema de transformação espiritual que entregue resultados físicos, precisos e que sejam repetítiveis. É de minha alegação que, de uma investigação científica, experiência profissional e evidências incidentais, o trabalho de Sri Bhagavan é o primeiro sistema espiritual que entrega tais resultados possivelmente no nível global.

Un comentario científico sobe os ensinamentos de Sri Bhagavan.

Por Christian Opitz

Tradução: Marcos Accord

Conheça os encontros de Deeksha e experimente pessoalmente a inteligencia Ouro.

No seguinte video pode experimentar a Nayana Deeksha, transmitida pelos olhos.

A recomendação para assistir o video é bem simples:

Procure um lugar tranqüilo e sente-se com a coluna erguida.

Faça 3 respirações profundas e pausadas, com cada expiração permita-se soltar aquilo que possa estar atrapalhando o seu momento presente e sinta como todo seu corpo fica relaxado.

Agora assista o video e permita-se olhar aos olhos de Sri Bhagavan como se você voltasse a ser uma criança, olhando com curiosidade, sem julgamentos e aberto a tudo, porque tudo é possível… Os olhos são o espelho da Alma, lembra disso?

Siga seu Coração

O coração é o primeiro órgão formado no útero. O resto vem depois.

Recentemente neurfosiologistas ficaram surpresos ao descobrirem que o coração é mais um órgão de inteligência, do que (meramente) a estação principal de bombeamento do corpo. Mais da metade do Coração é na verdade composto de neurônios da mesma natureza daqueles que compõem o sistema cerebral. Joseph Chiton Pearce, autor de “A biologia da Transcendência”, chama a isto de “o maior aparato biológico e a sede da nossa maior inteligência”.

O coração também é a fonte do corpo de maior força no campo eletromagnético. Cada célula do coração é única e na qual não apenas pulsa em sintonia com todas as outras células do coração, mas também produz um sinal eletromagnético que se irradia para além da célula. Um EEG que mede as ondas cerebrais mostra que os sinais eletromagnéticos do coração são muito mais fortes do que as ondas cerebrais, de que uma leitura do espectro de frequência do coração podem ser tomadas a partir de três metros de distância do corpo… sem colocar eletrodos sobre ele!

A frequência eletromagnética do Coração produz arcos para fora do coração e volta na forma de um campo saliente e arredondado, como anéis de energia. O eixo desse anel do coração se estende desde o assoalho pélvico para o topo do crânio, e todo o campo é holográfico, o que significa que as informações sobre ele podem ser lidas a partir de cada ponto deste campo.

O anel eletromagnético do Coração não é a única fonte que emite este tipo de vibração. Cada átomo emite energia nesta mesma frequência. A Terra está também no centro de um anel, assim é o Sistema Solar e até mesmo nossa galáxia… e todos são holográficas. Os cientistas acreditam que há uma boa possibilidade de que haja apenas um anel universal abrangendo um número infinito e interagindo dentro do mesmo espectro. Como os campos eletromagnéticos são anéis holográficos, é mais do que provável que a soma total do nosso Universo esteja presente dentro do espectro de frequência de um único anel.

Isto significa que cada um de nós está ligado a todo o Universo e como tal, podemos acessar todas as informações dentro dele e qualquer momento. Quando ficamos quietos para acessar o que temos em nossos corações, nós estamos literalmente conectados à fonte ilimitada de Sabedoria do Universo, de uma forma que percebemos como “milagres” entrando em nossas vidas.

Quando desconectamos e nos desligamos da sabedoria inata de amor do Coração, baseado nos pensamentos, o intelecto refletido no ego assume o controle e opera independentemente do Coração, e nós voltamos para uma mentalidade de sobrevivência baseada no medo, ganância, poder e controle. Desta forma, passamos a acreditar que estamos separados, a nossa percepção de vida muda para uma limitação e escassez, e temos que lutar para sobreviver. Este órgão incrível, que muitas vezes ignoramos, negligenciamos e construímos muros ao redor, é onde podemos encontrar a nossa força, nossa fé, nossa coragem e nossa compaixão, permitindo que a nossa maior inteligência emocional guie nossas vidas.

Devemos agora mudar as engrenagens para fora do estado baseado no medo mental que temos sido ensinados a acreditar, e nos movermos para viver centrados no coração. Para que esta transformação ocorra, é preciso aprender a meditar, “entrar em seu coração” e acessar a sabedoria interior do Universo. É a única maneira, é O Caminho. A medida que cada um de nós começa esta revolução tranqüila de viver do Coração, vamos começar a ver os reflexos em nossas vidas e em nosso mundo. Esta é a forma como cada um de nós vai criar uma mudança no mundo, criar paz, criar harmonia e equilíbrio, e desta forma, vamos todos criar o Paradigma do Novo Mundo do Céu na Terra.

Respiração e Pensamentos -por Eckhart Tolle-

A RESPIRAÇÃO

Podemos descobrir o espaço interior criando lacunas no fluxo de pensamentos.

Sem elas, o pensamento se torna repetitivo, desprovido de inspiração, sem nenhuma centelha criativa – e é assim que ele é para a maioria das pessoas. Não precisamos nos preocupar com a duração dessas lacunas. Alguns segundos bastam. Aos poucos, elas irão aumentar por si mesmas, sem nenhum esforço de nossa parte. Mais importante do que fazer com que sejam longas é cria-las com frequencia para que nossas atividades diárias e nosso fluxo de pensamento sejam entremeados por espaços.

Certa ocasião alguém me mostrou a programação anual de uma grande organização espiritual. Quando a examinei, fiquei impressionado pela rica seleção de seminários e palestras interessantes. A pessoa me perguntou se eu poderia recomendar uma ou duas atividades.

“Não sei, não. Todas elas me parecem muito interessantes. Mas eu conheço esta: tome consciencia da sua respiração sempre que puder, toda vez que se lembrar. Faça isso durante um ano e terá uma experiência transformadora bem mais forte do que a participação em qualquer uma dessas atividades. E é de graça.

Tomar consciência da respiração faz com que a atenção se afaste do pensamento e produz espaço. É uma maneira de gerar consciência. Embora a plenitude da consciência já esteja presente como o não-manifestado, estamos aqui para levar a consciência a essa dimensão.

Tome consciência da sua respiração. Observe a sensação do ato de respirar. Sinta o movimento de entrada e saída do ar ocorrendo em seu corpo. Veja como o peito e o abdomen se expandem e se contraem ligeiramente quando você inspira e expira. Basta uma respiração consciente para produir espaço onde antes havia a sucessão initerrupta de pensamentos.

Uma respiração consciente (duas ou três seria ainda melhor) feita muitas vezes ao dia é uma maneira excelente de criar espaços em sua vida. Mesmo que você medite sobre sua respiração por duas horas ou mais, o que é uma prática adotada por algumas pessoas, uma respiração basta para deixa-lo consciente. O resto são lembranças ou expectativas, isto é, pensamentos.

Na verdade, respirar não é algo que façamos, mas algo que testemunhamos.

A respiração acontece por si mesma. Ela é produzida pela inteligência inerente ao corpo. Portanto, basta observá-la. Essa atividade não envolve nem tensão nem esforço. Além disso, note a breve suspensão do fôlego – sobretudo no ponto de parada no fim da expiração – antes de começar a inspirar de novo. Muitas pessoas tem a respiração curta, o que não é natural. Quanto mais tomamos consciência da respiração, mais sua profundidade se estabelece sozinha.

Como a respiração não tem forma própria, ela tem sido equiparada ao espírito – a Vida sem uma forma específica – desde tempos ancestrais. “O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas um sopro de vida; e o homem se tornou um ser vivente.” A palavra alemã para respiração – atmen – tem origem no termo sânscrito Atman, que significa o espírito divino que nos habita, ou o Deus interior.

O fato de a respiração não ter forma é uma das razões pelas quais a consciência da respiração é uma maneira eficaz de criar espaços na nossa vida, de produzir consciência. Ela é um excelente objeto de meditação justamente porque não é um objeto, não tem contorno nem forma. O outro motivo é que a respiração é um dos mais sutis e aparentemente insignificantes fenômenos, a “menor coisa”, que, segundo Nietzsche, constitui a “melhor felicidade”.

Cabe a você decidir se vai ou não praticar a consciência da respiração como verdadeira meditação formal. No entanto, a meditação formal não substitui o empenho em criar a consciência do espaço na sua vida cotidiana.

Ao tomarmos conciência da respiração, nos vemos forçados a nos concentrar no momento presente – o segredo de toda a transformação interior, espiritual. Sempre que nos tornamos conscientes da respiração, estamos absolutamente no presente. Percebemos também que não conseguimos pensar e nos manter conscientes da respiração ao mesmo tempo.

A respiração consciente suspende a atividade mental. No entanto, longe de estarmos em transe ou semidespertos, permanecemos acordados e alertas. Não ficamos abaixo do nível do pensamento, e sim acima dele. E, se observarmos com mais atenção, veremos que essas duas coisas – nosso pleno estado de presença e a interrupção do pensamento sem a perda da consciência – são, na verdade a mesma coisa: o surgimento da consciência do espaço.

O Corpo de Dor por Eckhart Tolle

No caso da maioria das pessoas, quase todos os pensamentos costumam ser involuntários, automáticos e repetitivos. Não são mais do que uma espécie de estática mental e não satisfazem nenhum propósito verdadeiro. Num sentido estrito, não pensamos -o pensamento acontece em nós-.

“Eu penso” é uma afirmação simplesmente tão falsa quanto “eu faço a digestão” ou “eu faço meu sangue circular”. A digestão acontece, a circulação acontece, o pensamento acontece.

A voz na nossa cabeça tem vida própria. A maioria de nós está à mercê dela; as pessoas vivem possuídas pelo pensamento, pela mente. E, uma vez que a mente é condicionada pelo passado, então somos forçados a re interpretá-lo sem parar. O termo oriental para isso é Carma.

O ego não é apenas a mente não observada, a voz na cabeça que finge ser nós, mas também as emoções não observadas que constituem as reações do corpo ao que essa voz diz.

A voz na cabeza conta ao corpo uma história em que ele acredita e à qual reage.

Essas reações são as emoções.

A voz do ego perturba continuamente o estado natural de bem-estar do Ser.

Quase todo corpo humano se encontra sob grande tensão e estresse, mas não porque esteja sendo ameaçado por algum fator externo -a ameaça vem da mente-.

O que é uma emoção negativa?

É aquela que é tóxica para o corpo e interfere no seu equilíbrio e funcionamento harmonioso.

Medo, ansiedade, raiva, ressentimento, tristeza, rancor ou desgosto intenso, ciúme, inveja -tudo isso perturba o fluxo da energia pelo corpo, afeta o coração, o sistema imunológico, a digestão, a produção de hormônios, e assim por diante.

Até mesmo a medicina tradicional, que ainda sabe muito pouco sobre como o ego funciona, está começando a reconhecer a ligação entre os estados emocionais negativos e as doenças físicas.

Uma emoção que perjudica nosso corpo também contamina as pessoas com quem temos contato e, indiretamente, por um processo de reação em cadeia, um incontável número de indivíduos com quem nunca nos encontramos. Existe um termo genérico para todas as emoções negativas: infelicidade.

Por causa da tendência humana de perpetuar emoções antigas, quase todo mundo carrega no seu campo energético um acúmulo de antigas dores emocionais, que chamamos de “Corpo de Dor”.

O “Corpo de Dor” não consegue digerir um pensamento feliz. Ele só tem capacidade para consumir os pensamentos negativos porque apenas esses são compatíveis com seu próprio campo de energia.

Não é que sejamos incapazes de deter o turbilhão de pensamentos negativos -o mais provável é que nos falte vontade de interromper seu curso-. Isso acontece porque, nesse ponto, o “Corpo de Dor” está vivendo através de nós, fingindo ser nós. E para ele, a dor é prazer. Ele devora ansiosamente todos os pensamentos negativos.

Nos relacionamentos íntimos, os “Corpos de Dor” costumam ser espertos o bastante para permanecer discretos até que as duas pessoas comecem a viver juntas e, de preferência, assinem um contrato comprometendo-se a ficar unidas pelo resto da vida.

Nós não nos casamos apenas com uma mulher ou com um homem, também nos casamos com o “corpo de dor” dessa pessoa.

Pode ser um verdadeiro choque quando -talvez não muito tempo depois de começarmos a viver sob o mesmo teto ou após a lua-de-mel – vemos que nosso parceiro ou nossa parceira está exibindo uma personalidade totalmente diferente. Sua voz se torna mais áspera ou aguda quando nos acusa, nos culpa ou grita conosco, em geral por uma questão de menor importância.

A essa altura, podemos nos perguntar se essa é a verdadeira face daquela pessoa -a que nunca tínhamos visto antes- e se cometemos um grande erro quando a escolhemos como companheira. Na realidade, essa não é sua face genuína, apenas o “corpo de dor” que assumiu temporariamente o controle.

Seria difícil encontrar um parceiro ou uma parceira que não carregasse um “corpo de dor”, no entanto seria sensato escolher alguém que não tivesse um “corpo de dor” tão denso.

O começo da nossa libertação do “corpo de dor” está primeiramente na compreensão de que o temos.

É nossa Presença Consciente que rompe a identificação com o “corpo de dor”.

Quando não nos identificamos mais com ele, o “corpo de dor” torna-se incapaz de controlar nossos pensamentos e, assim, não consegue se renovar, pois deixa de se alimentar deles. Na maioria dos casos, ele não se dissipa imediatamente.

No entanto, assim que desfazemos sua ligação com nosso pensamento, ele começa a perder energia.

A energia que estava presa no “corpo de dor” muda sua frequência vibratória e é convertida em “Presença”.

Gregg Bradem e O Poder da Visualização

Gregg Bradem aparece no cruzamento onde a ciéncia encontra-se com a espiritualidade. Como cientista especializado em questões ambientais e designer de sistemas de computador aeroespacial -participou nos projetos do foquete MX para missões de paz e a sonda Magellan-, Bradem atualmente é considerado uma autoridade mundia em folosofía espiritual de antigas tradições indígenas.

Seu profundo conhecimento da velha crença, incluindo as culturas egípcia, nativas americanas e do Tibete, em combinação com seu currículo cientifico, permite-lhe aparecer para voe como uma ponte entre dois mundos.

Gregg não considera que existe separação entre ciéncia e espiritualidade, movendo-se facilmente entre dois mundos, honrando tanto a linguagem dos cientistas e dos visionários. Suas viagens por distantes aldeias de montanha, mosteiros e tempos de tempos passados deu-lhe a oportunidade de trazer seus segredos na vanguarda da nossa vida atual.

Entusiástico acolhimento dos seus livros- “O Despertar do Ponto Zero: A Iniciação Coletiva”, “Caminhando Entre os Mundos: A Ciência da Compaixão” e o mais recente “O Efeito Isaías: A Ciência Perdida da Oração e a Profecia”- deram-lhe um reconhecimento internacional e levou-lo a tornar-se uma figura popular em conferências.

Neste video o cientista Gregg Braden explica como funciona a Lei da Atracção.

As imagens de Gregg Braden foram tiradas do seu video “The Science of Miracles” que também pode ser encontrado no You Tube.