A Sabedoria que já vive em nós – Deepak Chopra

Nenhum destes pontos é uma aspiração espiritual; são fatos da vida quotidiana, ao nível das suas células.

1- Objetivo mais elevado:

Cada célula do seu corpo aceita trabalhar para o bem-estar do todo; o seu bem-estar individual surge em segundo lugar. Se necessário, morre para proteger o corpo e muitas vezes assim é – o tempo de vida de qualquer célula é uma fração do nosso próprio tempo de vida. As células da pele morrem aos milhares, a cada hora, o mesmo acontecendo com as células imunológicas que combatem os micróbios invasores. O egoísmo não constitui uma opção, mesmo que se trate da própria sobrevivência de uma célula.

2- Comunhão:

Uma célula mantém-se em contato com todas as outras células. As moléculas mensageiras acorrem a toda a parte para comunicar aos recantos mais afastados do corpo qualquer desejo ou intenção, por mais tênue que seja. Retrair-se e recusar-se a comunicar não constituem opções.

3- Consciência:

As células adaptam-se, momento a momento. Mantém-se flexíveis para poderem responder a situações imediatas. Ficar preso a hábitos rígidos não constitui uma opção.

4- Aceitação:

As células reconhecem-se umas as outras como igualmente importantes. Cada função do corpo é interdependente de todas as outras. Desempenhá-la sozinho não constitui opção.

5- Criatividade:

Embora cada célula tenha um conjunto de funções únicas (as células do fígado, por exemplo, podem desempenhar cinqüenta tarefas diferentes), estas conjugam-se de formas criativas. Uma pessoa pode digerir alimentos que nunca comeu antes, ter pensamentos que nunca lhe ocorreram, dançar de uma forma que nunca antes se viu. Agarrar-se a um velho comportamento não constitui opção.

6- Ser:

As células obedecem ao ciclo universal de repouso e atividade. Embora este ciclo se expresse de muitas formas, como as flutuações dos níveis hormonais, da pressão arterial e dos ritmos digestivos, a expressão mais óbvia é o sono. Por que razão precisamos dormir continuamente e ser um mistério para a medicina e, no entanto, surge a disfunção total se não gozarmos dos seus benefícios. No silêncio da inatividade, o futuro do corpo está em incubação. Ser obsessivamente ativo ou agressivo não constitui uma opção.

7- Eficiência:

As células funcionam com o mínimo gasto possível de energia. Por norma, uma célula armazena apenas três segundos de alimento e oxigênio dentro da sua membrana celular. Confia plenamente em que tomarão conta dela. Um consumo excessivo de alimentos, ar ou água não constitui uma opção.

8- Ligação:

Devido à sua herança genética comum, as células sabem que são fundamentalmente iguais. O fato das células do fígado serem diferentes das do coração e das células musculares serem diferentes das cerebrais, não nega a sua identidade comum e esta é imutável. Em laboratório, uma célula muscular pode ser transformada geneticamente numa célula cardíaca recorrendo à sua fonte comum. As células saudáveis permanecem ligadas à sua fonte independentemente do número de vezes que se dividam. Para elas, ser um proscrito não constitui uma opção.

9- Dar:

A atividade primária das células é dar, o que mantém a integridade de todas as outras células. Um empenhamento total em dar torna automático o receber – e a outra metade do ciclo natural. O açambarcamento não constitui uma opção.

10- Imortalidade:

As células reproduzem-se para transmitirem os seus conhecimentos, experiência e talentos, não escondendo nada dos seus descendentes. É um tipo de imortalidade prática, submetendo-se à morte, no plano físico, mas derrotando-a, no plano não físico. O fosso entre as gerações não constitui uma opção.

Quando olho para tudo o que as minhas células aceitaram, será que não se trata de um pacto espiritual, em todos os sentidos da expressão? A primeira qualidade, procurar um objetivo mais elevado, é a mesma que as qualidades espirituais de renúncia e altruísmo.

Dar é o mesmo que devolver a Deus o que é de Deus. Imortalidade é o mesmo que a crença na vida depois da morte.

Todavia, os rótulos adaptados pela mente não constituem uma preocupação do meu corpo.

Para o meu corpo, estas qualidades são pura e simplesmente o modo como funciona a vida. São o resultado da expressão da inteligência cósmica, ao longo de bilhões de anos, como biologia. O mistério da vida foi paciente e cuidadoso no processo de permitir que emergisse todo o seu potencial. Mesmo agora, o acordo tácito que mantém o meu corpo coeso produz a sensação de um segredo porque, segundo todas as aparências, esse acordo não existe.

Mais de duzentos e cinqüenta tipos de células desempenham as suas funções diárias: as cinqüenta funções que uma célula hepática desempenha são totalmente únicas, não se sobrepondo às funções das células musculares, renais, cardíacas ou cerebrais – todavia, seria catastrófico se uma só dessas funções estivesse comprometida.

O mistério da vida encontrou uma forma de se expressar perfeitamente através de mim.

Reveja uma vez mais a lista das qualidades e preste atenção a tudo o que é referido como “não constituindo uma opção”: egoísmo, recusa em comunicar, viver como um proscrito, consumo excessivo, atividade obsessiva e agressão.

Se as nossas células não se comportam desta forma, porque o fazemos?

Porque é que a ganância é boa para nós e, no entanto, significa a destruição, ao nível das nossas células, onde a ganância é o erro cometido pelas células cancerosas? Porque permitimos que o consumo excessivo conduza a uma obesidade epidérmica, quando as nossas células medem ao nível da molécula o combustível que consumimos?

Como pessoas, ainda não renunciamos ao comportamento que mataria os nossos corpos num dia. Estamos traindo a nossa sabedoria corporal e, o que é pior, estamos ignorando o modelo de uma vida perfeita que existe dentro de nós.”

Fonte: O livro dos Segredos, Deepak Chopra, 2005

Expansion – Escultura de Paige Bradley

Deeksha e ciência: A iluminação através do corpo

O estado de iluminação é associado a mudanças na função cerebral em muitas tradições espirituais. Sri Bhagavan, o fundador da Fundação Era Dourada (Golden Age Foundation), expandiu este conhecimento tradicional sobre o papel do cérebro na transformação espiritual. A Deeksha ou a transmissão de energia, que está no coração de seus ensinamentos, é desenvolvida para trazer uma mudança permanente no estado real dos padrões neurobiológicos. Suas declarações sobre as mudanças induzidas no cérebro pela Deeksha, podem ser confirmadas pelos achados mais avançados na Física e na Neurociência.

A seguir, quero apresentar uma comparação entre algumas das declarações de Sri Bhagavan e meus próprios achados em estudos do cérebro através de meios da Física e da Neurofisiologia:

1. Sri Bhagavan descreve a desconexão de atividade nos lobos parietais como um evento essencial no processo de iluminação. Os lobos parietais abrigam o que alguns neurocientistas chamam de área de associação de orientação ou OAA (em inglês). A função do OAA é dar-nos orientação espacial. Você pode achar um dom amarrar os sapatos, passar por uma porta, mais isto só é possível a atividade neurológica na parte posterior dos lobos parietais. Danos cerebrais a esta área, faz com que a tarefa mais simples como pegar um copo d’agua, impossível -pois o cérebro danificado não percebe o espaço físico entre as mãos e o copo. A nível físico, a habilidade de perceber limites é essencial para nossa habilidade de realizar nossas tarefas. Entretanto, no cérebro humano, o OAA é cronicamente superativo. Isto estimula a conexão amígdala-hipocampo, o par de centralizadores cerebrais que são feitos para nos dar senso de significado e de percepção e de registrá-los como importantes. Se o OAA, que é projetado para criar a percepção de distinção é usado num nível esperado, é superutilizado, a conexão amígdala-hipocampo não terá outra escolha a não ser interpretar esta hiperatividade como assumir a separação da realidade no nível físico, como no caso mãos e copo d’água. A conclusão é que somos fundamental e existencialmente separados de tudo. O senso do “eu”, que o cérebro cria constantemente em reação à percepção do que é percebido como “outro” (a premissa básica da relação-objeto na psicologia departamental) é então dotado do senso de percepção do “eu” e qualquer outra coisa. A neurciência tem mostrado que em orações feitas em meditação profunda, o OAA, no lobo parietal é temporariamente bloqueado de “inputs” neurológicos. Isto pode resultar num estado temporário de consciência vastamente expandida, já que o senso de separação do “eu” não consegue encontrar os limites para sua expansão. Porém, esta experiência temporária depende de funções alteradas do cérebro, tais como a supressão neurológica do “input” do OAA, que seria impossível deixar de lado a consciência da unidade. Os ecos desta declaração de Sri Bhagavan, diz que a iluminação para ser atingida, não deve ser feita através de esforço do “eu”. As Deekshas, parecem induzir a um processo de transformação no lobo parietal, que permanentemente mudam sua função de um nível natural onde os limites naturais podem ser percebidos porém as atividades não naturais cessam. O sistema amígdala-hipocampo não teriam então razões para criar ou estimular o senso de existencialidade separado do “eu”.

2. Sri Bhagavan diz que a ativação do lobo frontal como uma necessidade neurológica é envolvida numa Realização em Deus. A experiência da iluminação, de não-separação, não necessariamente coincide com a experiência de ter-se a presença de Deus. Nos ensinamentos de Sri Bhagavan, mais do que a desativação da superatividade dos lobos parietais, é necessária para mover do estado de iluminação para o estado de Realização com Deus. Ele fala da ativação dos lobos frontais como uma necessidade de mudança neurológica para que Deus esteja vivo na consciência de uma pessoa. Os lobos frontais são associados à vontade do indivíduo. Muitas tradições místicas falam da fusão da vontade do indivíduo com a vontade de Deus e ambas se tornando o caminho para o resultado da Realização em Deus. Isto entretanto não ocorre se os lobos frontais estão subativos. É uma lei universal que tudo que está incompleto na natureza busca sua própria complementação. Nos meus próprios achados em neurofisiologia mostram que os lobos frontais de quase todas as pessoas estão subativos. isto significa que eles simplesmente não tem neurotransmissores nem energia elétrica suficientes para funcionarem perto do ótimo. Num nível subjetivo de experiência, isto é igual a uma enfraquecida força de vontade e tédio, e o tédio é possível com lobos frontais subativados. A dopamina, é o transmissor essencial para atividade dos lobos frontais, e é necessária para o sentimento de encantamento com a vida e felicidade, muitas vezes descrita para a mística união com Deus. Falta de dopamina irá aumentar a necessidade de urgência da pessoa em manter sua força de vontade e não se fundir com uma realidade maior, já que há o sentimento de que algo está incompleto a nível individual. Seria como deixar uma pessoa morrer, se esta pessoa já sente que está completa é muito mais fácil deixá-la morrer, porém, se esta pessoa sente que ainda falta algo para se atingido, irá lutar muito mais pela vida. Se a Deeksha tem efeito na ativação do lobo frontal, isto poderia dar complementação à vontade do indivíduo, florescendo em todo o seu potencial. No florescer da vontade do indivíduo, isto naturalmente se fundiria com a grande Realização em Deus. A partir desta grande perspectiva, o “grande ego” é realmente nada mais que a compensação de um ego fraco que busca sua complementação. Porém, sem a total ativação dos lobos frontais e a saturação por dopamina, o ego nunca encontrará sua própria complementação e subseqüentemente se fundirá em Deus. Julgar um grande ego e como ele conserta a baixa autoestima e consciência de um indivíduo, como é esperado em ensinamentos espirituais, é praticamente sem proveito, pois uma autoestima baixa tem uma necessidade urgente de fixar-se no indivíduo, sem importância de qual é o nível de consciência. A solução poder vir e houver mudança no estado psicológico real, para liberar a vontade do indivíduo do seu esforço contra entregar-se a uma realidade maior.

3. Sri Bhagavan diz que a iluminação deva ser dada, como um presente da Graça. Nos últimos 15 anos, o Dr. Hartmut Muller, da Alemanha, desenvolveu um novo paradigma da física denominado Dimensionamento Global (Global Scaling). Esta emocionante expansão da física quântica vai além da dúvida de que a consciência é a mais fundamental substância do Universo e contem o próprio projeto do Universo, seguindo uma fórmula matemática, incluindo a distância entre os planetas, estrelas e toda a galáxia em si, a distância entre elétrons e núcleo em cada átomo, o pH ótimo para a sangue humano, enfim tudo no Universo material segue a mesma estrutura matemática. O projeto original é tal que tudo opera no menor nível de estresse e no máximo nível de eficiência o tempo todo. Um átomo está o tempo todo em consonância com a fonte de inteligência através do campo sintrópico. Estes campos sintrópicos permitem ao átomo sempre saber como funcionar com o mínimo de estresse e a eficiência máxima. Os seres humanos parecem ser a única manifestação da criação que parecem tem perdido algum grau da sua harmonia com os campos de sintropia da vida e sua unidade. Uma vez que esta perda produziu algumas mudanças nos cérebros de indivíduos, re-harmonizar-se com os campos de sintropia da unidade é extremamente difícil, pois nós não sabemos o quão grande estes campos são. Criamos então todo tipo de mitologias, religiões e teorias científicas sobre a vida e tentar preencher as lacunas. Uma pessoa com OAA superativo no lobo parietal e subativo no lobo frontal irá buscar iluminação a partir da experiência da separação. Todo esforço espiritual e busca para resolução de problemas, ocorre como uma reação à perda de sintonia com os campos sintrópicos da unidade. Se nossas buscas são baseadas em problemas, é improvável que estas terão solução. Se a sintonia e harmonia com os campos sintrópicos forem então buscadas, é então fato que é possível que haja a iluminação para todos. O projeto original para o cérebro humano é perceber a Unidade como realidade intrínseca da vida. Este projeto original é latente, mas precisa de um cérebro que esteja funcionando naturalmente, ancorado na consciência humana. Se a Deeksha harmoniza o cérebro com os campos sintrópicos do funcionamento ótimo, a consciência do indivíduo irá unir-se sem fronteiras visíveis com a Unidade.

4. Sri Bhagavan diz que a iluminação é um fenômeno biológico e genético. A espiritualidade tradicional geralmente designa um status muito baixa à importância do corpo. Este é geralmente visto como apenas um recipiente para a consciência -como uma camisa que a alma esteja usando. A física moderna mostra que a visão de Sri Bhagavan esta muito mais alinhada com o que conhecemos como a natureza da matéria, como um alinha distinta entre a matéria, energia e espírito. Baseado no modelo de vórtex brilhante do átomo, formulado por Lord Kelvin em 1867, podemos ver que cada átomo é do tamanho de todo o Universo e a os objetivos, como os percebemos, são a parte mais densas destes átomos. A matéria flutua bilhões de vezes por segundo entre ser matéria e ser energia. A partir desta perspectiva, faz sentido assumir que a transformação espiritual deva ser ancorada no nível físico. Quando este atinge o nível mais denso, todos os outros níveis se apresentam, já que a matéria não possui lacunas, a este nível e em altas dimensões da Criação. Por outro lado, a matéria apresenta-se tão densa que também inclui outros níveis de energia. Assim quando a matéria está em iluminação, todo o mais está incluido. A nível genético é interessante notar que o DNA humano possui 173 cm de comprimento. Somente 3cm possuem informação genética ativa. A bioquímica moderna tem uma visão complexa nesta perda da natureza e batiza as formas inativas do DNA de introns, ou “material sem uso”. Esta é uma suposição muito questionável, já que a natureza não produziria “material sem uso”. Os introns, na minha opinião (de novo, eu me desvio da ciência oficial aqui) iguala-se ao potencial latente da energia espiritual humana. É minha alegação que a Deeksha flui da parte inerte do DNA com os Fótons, ativando-os. Os Fótons são a ponte que a natureza criou entre a energia sutil e a matéria. A Fotorescência é o processo pelo qual a esta informação sutil é distribuída pelo DNA para as células. Os 3 cm de DNA ativo carregam a informação necessária para mera sobrevivência mas o restante da molécula do DNA se torna ativa (capaz de fotorescência), assim podemos ir muito além de meros sobreviventes para sermos Despertos, com todo o nosso potencial.

5. Sri Bhagavan diz que o Consciente Coletivo ou Consciente Ancestral determina nosso estado mental individual. Em 1950, Dr Hans Selye, um endocrinologista da Universidade de Montreal, mostrou que o cérebro de toda pessoa normal está num estado crônico de estresse de sobrevivência, como se estivesse numa situação de ameaça constante. Esta resposta ou estresse é algo que nos adaptamos tão profundamente que não conseguimos perceber como estresse. Entretanto, neste estado de estresse, somos levados a ser altamente condicionados pelo nosso ambiente e a consciência coletiva. Pesquisas sobre o cérebro mostram que a resposta a padrões de estresse causam uma dominância de ondas de alta frequência do tipo beta dentro do cérebro. estando em beta, o cérebro é capaz de repostas a níveis primitivos, que recebemos do consciente coletivo humano e uma mudança genuína é quase impossível. Beta também é o estado onde a habilidade de recuperação e cura do corpo está em seu mínimo. A prática espiritual pode, a um certo grau, relaxar o estresse e permitir que ondas menos aceleradas como alfa, tetra e delta apareçam. Porém, pesquisas mostram que a somente a prática espiritual está longe de ser efetiva se não houver sincronia com campos sintrópicos da vida e da Unidade. Na Tracker School, Tom Brown Jr, um especialista em habilidades selvagens e neurocientista, examina os efeitos de passar o tempo na vida selvagem. Seus achados foram muito reveladores: se um noviço religioso, demora quase um ano de prática de meditação dedicada para estar no estado alfa, alguém que nunca meditou na sua vida, se for exposto a vida selvagem pode entrar em estado alfa após exposição a esta vida selvagem por 48 horas. Sendo a natureza sincronizada com campos sintrópicos, ela irá envolver o cérebro humano no seu campo sintrópico muito mais rápido que um cérebro humano que busca esta sincronia por seu próprio esforço. É minha alegação que na prática individual muito da energia que buscamos provêm do Consciente Ancestral. Isto parece ser o mais próximo da validação científica da necessidade da Graça, por si só.

Muitos Cientista e líderes espirituais tem tentado fazer um casamento entre ciência e espiritualidade. Depois que a ciência moderna foi fundada no século 17, como uma reação a séculos de uma fé cega, por pelo menos 200 anos os cientistas tentaram confirmar o mundo objetista-mecânico de Descartes e Newton. A pesquisa finalmente fundiu-se nos ensaios sobre o quantum no começo do século 20. as quais mostraram o quê os místicos descreveram como realidade por milênios. O que ficou faltando até então foi um sistema de transformação espiritual que entregue resultados físicos, precisos e que sejam repetítiveis. É de minha alegação que, de uma investigação científica, experiência profissional e evidências incidentais, o trabalho de Sri Bhagavan é o primeiro sistema espiritual que entrega tais resultados possivelmente no nível global.

Un comentario científico sobe os ensinamentos de Sri Bhagavan.

Por Christian Opitz

Tradução: Marcos Accord

Conheça os encontros de Deeksha e experimente pessoalmente a inteligencia Ouro.

No seguinte video pode experimentar a Nayana Deeksha, transmitida pelos olhos.

A recomendação para assistir o video é bem simples:

Procure um lugar tranqüilo e sente-se com a coluna erguida.

Faça 3 respirações profundas e pausadas, com cada expiração permita-se soltar aquilo que possa estar atrapalhando o seu momento presente e sinta como todo seu corpo fica relaxado.

Agora assista o video e permita-se olhar aos olhos de Sri Bhagavan como se você voltasse a ser uma criança, olhando com curiosidade, sem julgamentos e aberto a tudo, porque tudo é possível… Os olhos são o espelho da Alma, lembra disso?